O
Sindicato dos Bancários de Mato Grosso, em reunião com o superintendente do
Banco do Brasil em Mato Grosso, Elói Medeiros Júnior, cobrou do Banco
valorização dos funcionários do Centro de Suporte Operacional (CSO) que ficaram
em Cuiabá. A reunião ocorreu na segunda-feira (22) no prédio da superintendência,
com a participação do presidente do SEEB-MT, Arilson da Silva e dos diretores
Alex Rodrigues e John Gordon.
Desde
janeiro, os empregados do BB que ficaram em Cuiabá continuam a realizar os
serviços de cadastro relativos à Plataforma. A própria superintendência
reconheceu que o Banco do Brasil precisava que o Centro de Suporte Operacional
do Distrito Federal resolvesse o problema das contas da Paraíba. Percebendo que
Mato Grosso estava tudo pronto, o banco definiu manter a Plataforma em Cuiabá
realizando esses trabalhos. Dessa forma, as atividades continuaram normalmente,
mas o banco suspendeu o pagamento das comissões dos bancários e iniciou a
contagem do Vencimento Padrão (VCP).
O
SEEB-MT afirmou ao superintendente Elói Medeiros Júnior que as comissões dos
funcionários devem continuar a serem pagas até o término dessas atividades de
cadastro. Somente após esse período pode-se iniciar a contagem do VCP. Por
conta disso, o Sindicato reivindica a manutenção das comissões até o término
das atividades.
Apesar
de o superintendente ter afirmado que está disposto a fazer o que for melhor
pelos trabalhadores, a questão do CSO e os serviços desta plataforma são
responsabilidades da direção do BB de Brasília, que centralizou os serviços na
capital federal.
“A direção do BB deve entender que o início do
pagamento do VCP só deve ser realizado depois que os serviços do CSO acabarem.
Durante este período, os trabalhadores devem receber suas comissões
normalmente, como determina a norma interna do banco, pois o banco não pode
descomissionar trabalhadores e os mesmos continuarem exercendo a mesma função e
no mesmo setor”, comenta o diretor do SEEB-MT e funcionário do BB, Alex
Rodrigues.
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